Do invisível ao incrível
Revelo a beleza oculta dos insetos.
Um projeto fotográfico que revela a arquitetura invisível dos insetos através de macrofotografia extrema, transformando ciência e natureza em arte visual.
Coleções gigantes por natureza
Ao longo do meu percurso artístico, fui desenvolvendo diferentes coleções que revelam múltiplas formas de olhar para o universo dos insetos — sempre entre a ciência, a estética e a imaginação.
Em Monstros Gentis, apresento alguns dos insetos mais exóticos, criaturas que à primeira vista podem causar estranheza, mas que, sob um olhar atento, revelam uma beleza delicada e quase poética. Já em Killabeez, mergulho no universo das abelhas e vespas, destacando sua força, organização e importância vital, traduzidas em imagens de grande intensidade visual.
A coleção Maskharah nasce da minha vivência em África, onde insetos fotografados de cabeça para baixo ganham novas leituras e se transformam em composições que evocam máscaras africanas autênticas, carregadas de simbolismo e identidade cultural.
Por fim, em Insetos Jóias, revelo a faceta mais preciosa da natureza: pequenos seres que parecem verdadeiras joias vivas, com cores, texturas e brilhos que ultrapassam qualquer criação humana.
Coleções
Cada coleção é, assim, uma porta de entrada para um universo onde arte e natureza se encontram e se reinventam.
Coleção
Monstros Gentis
Coleoptera
Besouros
Coleção
Maskharah
Coleoptera
Besouros
Coleção
Killabeez
Coleção
Jóias por Natureza
Hymenoptera
Abelhas, vespas e formigas
O artista
Artista visual, fotógrafo e naturalista brasileiro. Seu trabalho explora a interseção entre arte e ciência através da macrofotografia de insetos.
Membro Royal Entomological Society. (Londres)
Exposições
Bienal de Roma
Museu de História Natural Coimbra
Palácio Seteais
Sintra
começou na minha infância
Cresci no interior do Brasil, primeiro em Minas Gerais e depois no Espírito Santo, cercado por mato, terra e silêncio. Na roça, minha maior diversão era explorar o campo em busca de insetos. Eu os coletava com curiosidade e os guardava cuidadosamente em pequenas caixas de fósforo, como se fossem tesouros.
Cada descoberta era um pequeno universo.
Quando chegava o inverno e as saídas diminuíam, eu passava horas desenhando aquilo que havia encontrado lá fora — besouros, borboletas, gafanhotos. Sem perceber, ali começava a nascer o olhar que mais tarde guiaria meu trabalho.
Entre a curiosidade do naturalista e o gesto do artista, minha infância foi feita de observação, silêncio e descoberta.

