Do invisível ao incrível

Através da arte e da ciência revelo a beleza oculta dos insetos.

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Art between science,
memory and scale

O trabalho de Anderson Nielsen explora a fronteira entre arte e ciência, transformando organismos invisíveis em estruturas visuais monumentais.

Cada obra nasce de investigação, observação e construção estética rigorosa — resultando em edições limitadas de fotografia fine art.

Criaturas gentis

Insetos mais exóticos, criaturas que à primeira vista podem causar estranheza, mas que, sob um olhar atento, revelam uma beleza delicada e quase poética.

Coleção Killabeez

Universo das abelhas e vespas, destacando sua força, organização e importância vital, traduzidas em imagens de grande intensidade visual.

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Coleção Maskharah

insetos mais exóticos, criaturas que à primeira vista podem causar estranheza, mas que, sob um olhar atento, revelam uma beleza delicada e quase poética.

Confira a
nova
coleção

Chrysophora chrysochlora ♂
a partir de R$ 800,00
Limite de 1 por pedido

Edição limitada 35

Assinado e numerado impresso em papel de algodão fosco Hahnemühle William Turner 310 g/m².
Enviado enrolado (sem moldura) em um tubo e caixa de proteção robustos. O preço inclui frete para todo o mundo. As impressões são enviadas do Atelier de Anderson Nielsen em Lisboa ou do Brasil.
Independentemente do tamanho da impressão, sempre trabalhamos com os melhores papéis de impressão de belas artes disponíveis que são feitos para durar.
Selo branco.
Certificado de autenticidade Hahnemühle.
Numerado e assinado.

Confira as novidades da nossa coleção — obras selecionadas a dedo para revitalizar seu espaço.

Homem com barba, óculos e chapéu preto, vestindo camiseta cinza, em fundo branco.

O artista

Artista visual, fotógrafo e naturalista brasileiro. Seu trabalho explora a interseção entre arte e ciência através da macrofotografia de insetos.
Membro Royal Entomological Society. (Londres)

Exposições

Interior de uma igreja com janelas de vitrais, colunas e uma escultura de um anjo ao lado de uma escada circular.

Bienal de Roma

Prédio histórico de arquitetura clássica com colunas, janelas altas e detalhes ornamentais, sob céu azul.

Museu de História Natural Coimbra

Palácio branco com várias janelas iluminadas e árvores ao redor ao pôr do sol, com céu claro e nuvens finas.

Palácio Seteais
Sintra

começou na minha infância

Cresci no interior do Brasil, primeiro em Minas Gerais e depois no Espírito Santo, cercado por mato, terra e silêncio. Na roça, minha maior diversão era explorar o campo em busca de insetos. Eu os coletava com curiosidade e os guardava cuidadosamente em pequenas caixas de fósforo, como se fossem tesouros.

Cada descoberta era um pequeno universo.

Quando chegava o inverno e as saídas diminuíam, eu passava horas desenhando aquilo que havia encontrado lá fora — besouros, borboletas, gafanhotos. Sem perceber, ali começava a nascer o olhar que mais tarde guiaria meu trabalho.

Entre a curiosidade do naturalista e o gesto do artista, minha infância foi feita de observação, silêncio e descoberta.

menina sorridente sentado no sofá com cabelo curto, vestindo uma camisa xadrez, usando um sapato branco e meias brancas.