os gigantes invisíveis

Descubra Anderson Nielsen,
o artista-entomólogo que encontrou beleza até mesmo nas criaturas mais improváveis

Um projeto fotográfico que revela a arquitetura invisível dos insetos através de macrofotografia extrema, transformando ciência e natureza em arte visual.

Séries

As séries do projeto Gigantes por Natureza revelam a beleza e a complexidade dos insetos brasileiros através da fotografia em grande escala. Ao ampliar detalhes quase invisíveis, o projeto transforma pequenos seres da natureza em imagens monumentais, aproximando arte, ciência e biodiversidade.

Sala com paredes azuis, decorada com quadros vazios, borboletas na parede e uma grande imagem de um inseto ou barata na parede central. Itens variados de decoração incluem um relógio, um guarda-chuva, uma cabeça de troféu de metal, lupa, livros, uma pintura de inseto, uma pá, uma escultura de dois pares de óculos, uma moeda, uma caixa de livros, um vaso de coloque, uma antena e objetos diversos na mesa e chão.
Homem com barba, óculos e chapéu preto, vestindo camiseta cinza, em fundo branco.

O artista

Artista visual, fotógrafo e naturalista brasileiro. Seu trabalho explora a interseção entre arte e ciência através da macrofotografia de insetos.
Membro Royal Entomological Society. (Londres)

Exposições

Interior de uma igreja com janelas de vitrais, colunas e uma escultura de um anjo ao lado de uma escada circular.

Bienal de Roma

Prédio histórico de arquitetura clássica com colunas, janelas altas e detalhes ornamentais, sob céu azul.

Museu de História Natural Coimbra

Palácio branco com várias janelas iluminadas e árvores ao redor ao pôr do sol, com céu claro e nuvens finas.

Palácio Seteais
Sintra

começou na minha infância

Cresci no interior do Brasil, primeiro em Minas Gerais e depois no Espírito Santo, cercado por mato, terra e silêncio. Na roça, minha maior diversão era explorar o campo em busca de insetos. Eu os coletava com curiosidade e os guardava cuidadosamente em pequenas caixas de fósforo, como se fossem tesouros.

Cada descoberta era um pequeno universo.

Quando chegava o inverno e as saídas diminuíam, eu passava horas desenhando aquilo que havia encontrado lá fora — besouros, borboletas, gafanhotos. Sem perceber, ali começava a nascer o olhar que mais tarde guiaria meu trabalho.

Entre a curiosidade do naturalista e o gesto do artista, minha infância foi feita de observação, silêncio e descoberta.

menina sorridente sentado no sofá com cabelo curto, vestindo uma camisa xadrez, usando um sapato branco e meias brancas.